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Impulso News

A culpa é de quem?

Impulso News • Edição nº72

Toda semana, temos uma edição com conteúdos escritos e curados por Sylvestre Mergulhão, Karine Silveira e Rafael Miranda sobre Inovação, Liderança, Transformação Digital e Business Agility. Nessa semana, confira este artigo do nosso CEO Sylvestre Mergulhão.


Algumas empresas atrasam, de forma recorrente, o início de todas as suas reuniões em 10 minutos. É uma prática de rotina. Para algumas pessoas, começar uma reunião sempre 10 minutos atrasado é um insulto pessoal, um atentado contra o seu tempo. 

Quem está certo ou errado? Não existe resposta.

As coisas são como elas são. Se as ações e os valores de uma pessoa ou empresa ferem profundamente os valores de uma outra pessoa, uma das duas vai acabar saindo ou sendo expulsa desse jogo.

Ainda assim, ambas podem participar de outros jogos onde esses valores não sejam feridos e as coisas podem funcionar, onde antes falhavam. Uma pessoa que não funcionou bem num determinado contexto dentro de uma empresa, pode funcionar muito bem numa outra empresa em outro contexto.

Não há nada intrinsecamente errado ou ruim nisso. 

Como gestores, temos o papel de deixar transparecer quais são os valores, comportamentos e atitudes esperados na nossa organização para que fique mais fácil (apesar de nunca ser fácil) fornecer feedbacks claros e consistentes. É um desafio!

Qual gestor nunca teve contato com alguém que ficou surpreso num momento de desligamento? Se houve surpresa, houve falha nessa comunicação.

Mas, quais os limites extremos desses valores, comportamentos e atitudes que podem ser esperados numa relação? Esses são parâmetros impossíveis de serem definidos e limitados. E que bom! O mundo seria muito chato se fosse tudo igual e pasteurizado.

Para podermos seguir, enquanto humanidade, como indivíduos únicos, por definição, devemos julgar menos aquilo que nos é estranho, ou tóxico – para usar a palavra da moda. Essa classificação é apenas válida através das lentes dos nossos próprios olhos, mas não necessariamente dos demais.

3 tipos de Feedbacks e como usá-los
3 tipos de Feedbacks e como usá-losvocerh.abril.com.br

Dar Feedbacks claros e consistentes é sempre o melhor caminho. Na Impulso temos até uma ferramenta chamada “Feedback de Alerta”. Mas este é um grande desafio para a maioria dos gestores. Este artigo apresenta três tipos de feedbacks e como utilizá-los para que sejam mais assertivos.

É importante prestar atenção no
É importante prestar atenção no “Fit de Propósito” ao contratar novas pessoasapi.impulso.news

Nesta edição da Impulso News, o Mira falou sobre como, aqui na Impulso, levamos em consideração o fato de que toda empresa tem uma visão, um objetivo, uma cultura. Por isso, na hora de contratar pessoas, analisamos não só o fit técnico, mas também o fit cultural e o fit de propósito. Porque uma pessoa vai se “plugar” facilmente com uma empresa que tenha valores mais parecidos com os dela.

Comunicação não-violenta também é questão de interpretação
Comunicação não-violenta também é questão de interpretaçãowww.instagram.com

Recentemente, fiz um post no Instagram que deu o que falar… uma reflexão sobre o fato de algumas pessoas se sentirem ofendidas por qualquer coisa que ouvem, não importando o quanto o outro lado se esforçou para ter um papo leve. Isto, pra mim, revela que comunicação não-violenta tem limite: nem sempre o problema é de quem fala, às vezes, é um problema de interpretação de quem ouve.

“A empresa representa a vida, e este trabalho trata da vida. Trata de entrar em contato consigo, diante de um mundo incrivelmente complexo que tem muito a ensinar se estivermos dispostos a aprender”.

Michael E. Gerber

Por Impulso

Conteúdos sobre Inovação, Liderança, Transformação Digital e Business Agility, escritos e selecionados especialmente pelas lideranças da Impulso.

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